Início›Autoridade digital›Método e DNA clínico
Metodologia da Shantal
Método e DNA clínico: como fazemos marketing médico
Todo trabalho começa pelo jeito de atender de cada médico, e não por um pacote de canais. Aqui, o que você recebe e o que decide.
O que é
A metodologia da Shantal organiza o marketing de um médico em três fases, da estratégia escrita à medição de todo mês, com quatro pilares de qualidade em cada peça. O ponto de partida é o DNA clínico: como aquele médico pensa a medicina e cuida de quem atende.
A tese
Por que o conteúdo que serve para qualquer médico não funciona?
Porque ninguém se reconhece nele. Um texto que qualquer médico da especialidade poderia assinar não faz o paciente lembrar de ninguém, e a IA não tem por que citar. Segundo as orientações publicadas pelo Google, conta o conteúdo com informação original, escrito ou revisado por quem conhece o tema.
O que o Google pergunta sobre um conteúdo
- Informação originaltraz informação, pesquisa ou análise próprias?
- Quem conhecefoi escrito ou revisado por quem conhece bem o tema?
- Quem, como e por quêfica claro quem fez, como fez e para quê?
Fonte: Central da Pesquisa Google, "Como criar conteúdo útil, confiável e que prioriza as pessoas", consultada em 11/out/2026, em tradução nossa.
Cada especialidade tem o seu jeito de trabalhar, como mostramos em Especialidades, e dentro dela cada médico tem o seu.
Antes de escrever uma linha, a gente escuta o médico.
Allan Rubinsztejn, CEO da Shantal
As três fases
Como fazer marketing médico, em três fases
Em três fases, nesta ordem: primeiro a estratégia escrita, depois os canais ligados entre si e, por fim, a medição de todo mês, que mostra o caminho do paciente até a consulta. Em cada fase, o médico sabe o que recebe e aprova antes do passo seguinte.
Estratégia Global
O posicionamento, o caminho do paciente e a função de cada canal, num plano escrito.
Você decide: aprova o plano antes de qualquer peça.
Implantação 360
Os canais ligados: o site confirma o que o conteúdo, o mapa, as redes e os anúncios dizem.
Você decide: aprova cada texto que leva o seu nome.
O caminho do paciente
Todo mês, de onde o paciente veio, onde parou e o que muda.
Você decide: o que entra no mês seguinte.
Os entregáveis estratégicos vêm em dois níveis, e o que entra em cada um a gente mostra no Raio-X.
O primeiro pilar
O que é o DNA clínico de um médico?
O DNA clínico é o que torna um médico único: como pensa a medicina, como conduz a consulta, quem atende e o que não aceita no próprio nome. Registramos isso numa reunião só sobre o assunto, com quem vai escrever, antes de qualquer texto.
O que entra
Como você pensa a medicina, cuida do paciente e o que não entra no seu nome.
O que ele vira
A sua voz: as palavras que você usa e o que nunca diz, igual no site, nas redes e nos anúncios.

Os quatro pilares
Os quatro pilares por que toda peça passa
Antes de ir ao ar, toda peça passa por quatro critérios de qualidade. O primeiro é o DNA clínico; os outros cuidam de o médico ser reconhecido em qualquer canal, do que o Google cobra em saúde e da regra da publicidade médica.
DNA clínico
O que torna o médico único: a base do tom, do conteúdo e da identidade.
Design System
O padrão visual e verbal que deixa o médico reconhecível em qualquer canal.
E-E-A-T e YMYL
Experiência, especialidade, autoridade e confiança, o que o Google cobra de conteúdo de saúde, em texto que as respostas de IA conseguem citar.
Compliance CFM
Cada peça conferida com a Resolução CFM 2.336/2023 antes de publicar, como explicamos em Marketing dentro das regras do CFM.
Do primeiro contato ao primeiro mês
O que acontece depois que você fala com a gente
Antes de contratar, uma conversa e o Raio-X da sua presença digital. Contratado o trabalho, o primeiro mês é a Trilha de Imersão: quatro encontros com você antes de qualquer peça ir ao ar, e no último você aprova a estratégia.
Antes de contratar
Conversa
Pelo WhatsApp, você conta a especialidade, a cidade e o que quer que o paciente encontre.
Raio-X
Numa reunião com o Allan Rubinsztejn, olhamos o Google, o site, as redes e o que a IA responde. Escopo e investimento são apresentados na própria reunião.
O primeiro mês · Trilha de Imersão
Estratégico
O seu momento, os objetivos e o que já existe.
DNA clínico
Como você pensa a medicina e cuida de quem atende.
Imersão visual e cenário
A sua identidade e quem mais aparece na sua busca.
Estratégia Global
O plano por escrito, para você aprovar.
Do seu lado, o trabalho pede dois momentos: os encontros do começo e a aprovação dos textos.
O limite
O método traz paciente no primeiro mês?
Não. O primeiro mês é a Trilha de Imersão, e nenhuma peça vai ao ar antes da estratégia aprovada. O método também não compra posição no Google, não substitui a indicação de um colega e não resolve preço fora do mercado. Ele faz a sua presença dizer a mesma coisa.
Quando procurar
Quando faz sentido trabalhar com método, e quando é cedo?
Faz sentido para o médico que já tem nome e procura e quer que a internet confirme o que os pacientes dizem dele. É cedo quando ainda falta decidir a especialidade de foco ou a cidade. Aí o Raio-X mostra o que vem primeiro.
Perguntas frequentes sobre a nossa metodologia
Como fazer marketing médico?+
Começando pelo médico, não pelo canal. Primeiro se define a especialidade de foco, o paciente e o que diferencia aquele médico. Depois vêm o site, a busca, o conteúdo e os anúncios, ligados, dentro da regra da publicidade médica e medidos todo mês.
O que não fazer no marketing médico?+
Prometer resultado ou cura, usar a fala de paciente como prova de resultado e se apresentar com superlativo, pontos que a regra da publicidade médica restringe. E não funciona copiar outro médico: o paciente não reconhece ninguém, e a busca não tem por que citar.
Qual a importância do marketing médico?+
É o que leva a reputação construída no consultório para onde o paciente procura antes de marcar: o Google, o mapa, as redes e as respostas de inteligência artificial. Sem ele, quem procura a sua especialidade encontra outro nome primeiro.
Vocês usam inteligência artificial para escrever?+
Usamos. A tecnologia ajuda a pesquisar o que os pacientes da sua especialidade perguntam, a analisar o que já aparece nas buscas e a escrever a primeira versão de cada texto, sempre presa à sua voz, ao que o Google pede de conteúdo de saúde, ao formato que as respostas de inteligência artificial conseguem citar e à Resolução CFM 2.336/2023. Depois, a equipe revisa, você confere a parte clínica, e nada vai ao ar sem o seu OK.
Orientação de comunicação, não substitui parecer jurídico nem consulta ao CRM.
Para continuar lendo
Página mãe
Autoridade digital
O serviço completo, com o método de ponta a ponta.
Ver a página →
Por especialidade
Especialidades
Como o trabalho muda de uma especialidade para outra.
Ver a página →
Post do blog
Marketing médico: por onde começar
Os primeiros passos, antes de contratar.
Ler o artigo →
A regra
Marketing dentro das regras do CFM
O que a publicidade médica permite e restringe.
Ler o artigo →


